Evento celebra importância dos museus

Programação da Semana Nacional dos Museus visa a apresentar os museus como verdadeiros núcleos culturais. Evento se estende até a próxima sexta-feira (17)

TRE-PE - Semana dos museus 2019

O evento de abertura da 17ª Semana Nacional dos Museus aconteceu nesta segunda-feira (13/05) no Auditório do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE). A mesa de debate, que tinha como tema “As instituições públicas e os centros de memória”, foi composta por quatro palestrantes que atuam em diferentes instituições do setor público.

O primeiro com a palavra foi o coordenador do Espaço Memória da Justiça Federal de Pernambuco, Alexandre Albuquerque, que reforçou a importância de eventos como esse para mantermos vivas as memórias que nos identificam enquanto sociedade. “Um memorial não é algo que existe apenas fisicamente, ele é um conjunto de coisas que tocam as pessoas, que transformam visões de mundo”, disse Alexandre.

Dentro dessa mesma perspectiva, a responsável pelo Arquivo do Centro de Ciências Jurídicas da UFPE, Ingrid Rique, ressaltou que a consagração dos espaços memoriais são essenciais para a preservação e ressignificação da história das instituições. Disse também que “a Federal é por si só um símbolo da cultura jurídica do país, e é inclusive uma das mais antigas”.

Quem deu continuidade à palestra foi a chefe do Memorial de Justiça de Pernambuco, Mônica Pádua, que, além de contar quais são as atividades realizadas no memorial, falou sobre o grande objetivo da criação desse espaço: “o memorial foi criado não só para preservar a memória do Judiciário, mas para aproximar o Judiciário do cidadão”.  O acervo do memorial possui uma grande variedade documental e pode contribuir para a elaboração de trabalhos acadêmicos, pesquisas científicas, elaboração de arquivos, entre outros. Lá são desenvolvidas atividades dinâmicas, pois, segundo Mônica, “queríamos um museu interativo onde as pessoas pudessem tocar nas coisas”. Ela prosseguiu: "como não poderíamos deixar de falar em acessibilidade na cultura, o museu conta com maquetes projetadas para que pessoas cegas e com baixa visão também possam viver experiências de imersão na história". Além disso, acontecem exposições e visitas guiadas para o público em geral.

A última a palestrar foi a coordenadora de gestão documental do Centro de Memória do Tribunal Regional do Trabalho da 6ª região, Marcília Gama, que, contando histórias de processos que resultaram em conquistas sociais dos trabalhadores, demonstrou que “se não for através da pesquisa, ninguém jamais vai conhecer essas lutas”.

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